sábado, 5 de novembro de 2011

As impressões nos vegetais

Como já disse aqui no Blog, há vida em toda parte e a evolução é uma verdade divina.

Hoje vou tentar explicar aqui um pouco do que aprendi sobre os vegetais.

Bem, já existem até alguns estudos tentando comprovar que existe inteligência nas plantas (Tony Trewavas, Edinburg University - Michael Pollan- veja site: http://super.abril.com.br/ciencia/taticas-vegetais-444931.shtml  , mas pelo que pesquisei, os vegetais possuem uma espécie de presciência, que é uma inteligência ainda em formação, ainda no processo evolutivo. Podemos perceber isto quando elas antecipam problemas futuros e tomam decisões visando resolvê-los. (sim, as plantas!). Os brotos de uma árvore podem sentir a vegetação vizinha, pois as folhas verdes absorvem luz vermelha, embora reflitam o infravermelho. Baseado na variação da luz, as plantas detectam vegetação próxima e prevendo consequências de tal proximidade, se programam para a concorrência que terão que enfrentar e assim, alteram sua forma, o número e o tamanho das folhas, bem como o desenho do caule de modo a garantir um maior espaço frente ao sol. Determinadas ervas que não realizam fotossíntese, como a cuscuta, por exemplo, tornam-se parasitas enrolando-se em volta da hospedeira, perfurando o caule com seus brotos para dele extrair a seiva elaborada. Todavia, tal erva parece prever quanta energia o hospedeiro produzirá e, em função disto, decide quanto ao esforço será necessário para explorá-lo. A partir deste levantamento prévio, e programando o seu desenvolvimento de acordo com a capacidade de extrair alimento. De que adiantaria expandir galhos e aumentar o número de folhas se não há alimento para tanto? A cuscuta se enquadra em todos os modelos matemáticos que expressam bom aproveitamento e racionalidade exigidos para a sobrevivência, efetuado por qualquer animal.

a continuar.....

Nenhum comentário:

Postar um comentário